Resolução Executiva Nacional 001/2025

Estabelece as normas e critérios para as eleições do Diretório Nacional e sua respectiva Executiva. A Executiva Nacional do Mobilização Nacional – Mobiliza, em reunião presencial realizada 19 de janeiro de 2025, no uso de suas atribuições e em atendimento ao disposto no Art. 63, III, dos Estatutos Partidários, pela maioria dos seus membros resolve: Art. 1º – A Convenção Nacional será realizada de forma exclusivamente presencial, sendo vetada o voto por procuração. Art. 2º – Abertos os trabalhos a referida Convenção, será realizada com o quórum de 50% mais 1, dos convencionais habilitados, em 1º chamada. Parágrafo I – Não atingindo o quórum da 1º chamada, a Convenção será realizada em 2º chamada com qualquer número de convencionais habilitados. Art. 3º – Qualquer membro habilitado do diretório nacional poderá apresentar uma proposta de composição para o novo diretório Nacional e sua respectiva Executiva, desde que conte com o apoiamento de no mínimo 2/5 dos convencionais habilitados. Parágrafo I – O convencional habilitado que prestar apoiamento a mais de uma proposta, resultará na nulidade do apoio as duas propostas; Art. 4º – Só poderão ser excluídos membros do atual diretório nos casos de: 1- Por manifestação da vontade; 2 – Ausência Contumaz, ou seja, duas convenções seguidas ou três alternadas, sem justificativas. 3 – Inadimplência das obrigações políticas e partidárias. Art. 5º – As propostas deverão ser encaminhadas ao presidente Nacional com os dados completos dos apoiadores, até 60 dias da realização do certame. Art. 6º – A executiva por essa resolução anistia as contribuições devidas até o ano de 2023, permanecendo obrigatória as contribuições posteriores dos anos de 2024 e 2025, mantido o atual valor de R$500,00 por contribuição anual, vencida em janeiro dos respectivos anos.       Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2025 Antônio Carlos Bosco Massarollo Presidente Nacional

Brasil cria 147 mil empregos formais em agosto de 2025, mas desafios sociais ainda persistem

O Brasil registrou a criação de 147.358 novos empregos formais em agosto de 2025, segundo dados oficiais divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No acumulado do ano, o país já ultrapassou 1,5 milhão de vagas com carteira assinada, mantendo uma tendência positiva no mercado de trabalho. Esse crescimento reforça sinais de recuperação da economia, gera confiança para investidores e abre novas oportunidades para milhares de famílias. No entanto, apesar dos avanços, os desafios sociais continuam sendo uma realidade em muitas regiões do país. O contraste entre empregos formais e desigualdade social Enquanto uma parcela da população conquista espaço no mercado de trabalho formal, milhões de brasileiros ainda enfrentam dificuldades relacionadas à insegurança alimentar, moradia precária e falta de acesso a serviços básicos. Esse contraste mostra que a geração de empregos é fundamental, mas não resolve sozinha as desigualdades históricas do país. É justamente nesse cenário que o trabalho social e solidário se torna essencial: complementar políticas públicas, apoiar quem ainda não alcançou essas oportunidades e criar pontes para que mais pessoas possam transformar suas realidades. O papel da solidariedade Projetos comunitários, organizações sociais e iniciativas voluntárias atuam em áreas que vão desde a distribuição de alimentos até programas de capacitação profissional, ajudando pessoas em situação de vulnerabilidade a terem novas perspectivas de vida.Essas ações não apenas oferecem apoio imediato, mas também fortalecem a cidadania e a inclusão, criando condições para que famílias tenham mais dignidade e autonomia. Caminho para o futuro O avanço no emprego formal é uma notícia positiva para o Brasil, mas é preciso garantir que esse progresso chegue a todos. Solidariedade e trabalho social seguem como peças fundamentais para equilibrar a balança e reduzir desigualdades, mostrando que crescimento econômico e justiça social devem caminhar lado a lado.

Sustentabilidade no ambiente político: um desafio além do meio ambiente

Quando falamos em sustentabilidade, muitas vezes pensamos apenas em ações voltadas à preservação ambiental. No entanto, o conceito vai além: também envolve a capacidade das instituições políticas de se manterem sólidas, transparentes e equilibradas ao longo do tempo, garantindo que decisões de hoje não comprometam o futuro. O que é sustentabilidade política? A sustentabilidade no ambiente político está relacionada à construção de um sistema democrático capaz de: Garantir participação cidadã nas decisões públicas. Promover equidade social e econômica. Incentivar políticas de longo prazo que resistam às mudanças de governo. Combater práticas que enfraquecem a confiança nas instituições, como a corrupção e a polarização excessiva. Por que isso importa no Brasil? Em um país de dimensões continentais e com profundas desigualdades, a sustentabilidade política é essencial para que o desenvolvimento econômico e social seja estável. Sem confiança nas instituições e sem continuidade de políticas públicas estruturantes, avanços em áreas como educação, saúde e meio ambiente ficam comprometidos. Caminhos possíveis Transparência: ampliar mecanismos de prestação de contas para a sociedade. Educação cidadã: investir na formação política da população para aumentar a participação consciente. Políticas de Estado: priorizar projetos de longo prazo, independentemente de governos ou partidos. Diálogo: fortalecer a cultura democrática por meio de espaços de debate e construção coletiva. Um futuro sustentável depende da política Assim como o meio ambiente precisa de equilíbrio para se regenerar, a política também exige práticas responsáveis para se manter saudável. A sustentabilidade política é o alicerce para que todas as outras dimensões — social, econômica e ambiental — possam avançar de forma consistente.

Desafios e oportunidades na educação brasileira: o que os dados de 2025 revelam

A educação é um dos pilares fundamentais para o futuro do Brasil, mas os dados mais recentes mostram que ainda temos um longo caminho a percorrer. Em 2025, o governo federal lançou novas iniciativas e foram divulgados relatórios que ajudam a compreender melhor os avanços e as dificuldades do setor. Programas de formação de professores Em setembro, o Ministério da Educação lançou o ciclo 2025-2026 do Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI). O objetivo é qualificar professores da pré-escola que atuam com crianças de 4 a 5 anos, fortalecendo práticas pedagógicas de linguagem oral, leitura e escrita. Essa é uma medida importante, já que a formação docente é chave para melhorar a aprendizagem desde os primeiros anos de vida escolar. Diagnósticos internacionais Outro destaque foi a divulgação do relatório Education at a Glance 2025, da OCDE, apresentado no Brasil pelo INEP. O estudo faz comparações internacionais e traz informações essenciais sobre investimento em educação, condições de professores e desempenho de alunos. Esses dados são fundamentais para orientar políticas públicas de longo prazo e alinhar o Brasil às melhores práticas globais. Aprendizagem ainda não recuperada Apesar desses avanços, um estudo recente mostrou que a aprendizagem na educação básica ainda não retornou aos níveis pré-pandemia, especialmente em disciplinas como matemática e português. Essa defasagem afeta milhões de estudantes e amplia desigualdades regionais, colocando em risco a formação das novas gerações. O que isso significa para o Brasil A educação brasileira vive um paradoxo: de um lado, há iniciativas positivas que apontam para melhorias; de outro, os indicadores revelam que a base ainda é frágil. Garantir qualidade, equidade e continuidade nas políticas públicas é essencial para que os avanços não fiquem restritos a programas pontuais. A visão do MOBILIZA Para o MOBILIZA, a educação de qualidade é a base da cidadania e da justiça social. O partido defende políticas de Estado, que resistam a mudanças de governo, garantindo: formação continuada de professores, infraestrutura adequada nas escolas, equidade entre regiões e participação ativa da comunidade escolar nas decisões. Somente assim será possível construir um futuro sustentável, em que cada criança e jovem tenha acesso a oportunidades reais de aprendizado e desenvolvimento.